Resumo da Sessão Remota de terça-feira na Assembleia Legislativa do Acre

Em Sessão Ordinária remota, realizada na terça-feira, 30, na Assembleia Legislativa do Acre, os deputados estaduais debateram diversos temas, entre eles as prioridades da vacinação do Covid-19 e o Projeto de Lei que pune servidores e políticos que furarem a fila da vacina.

O deputado Nenem Almeida, em seu tempo durante a sessão, pediu que o governo dê prioridade aos bancários na lista de vacinação contra a Covid-19. O parlamentar alega que o grupo de profissionais permanece atuando nas agências, estando assim, expostos ao vírus. O parlamenta apontou que o Estado possui pouco mais de mil bancários, e que talvez essa quantidade seja a razão pela qual a classe ainda não recebeu a devida atenção do governo. Finalizou seu discurso cobrando um posicionamento do executivo quanto a essa questão.

O deputado Fagner Calegário manifestou apoio ao projeto de lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que institui o Plano Estadual de vacinação dos grupos prioritários contra o coronavírus, estabelecendo os grupos prioritários de acesso às vacinas. O parlamentar acredita que todos os profissionais que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 precisam ser vacinados. “Sabemos que todos os profissionais que estão trabalhando na linha de frente de combate a esta doença precisam ser vacinados, mas de nada adianta debater quem é prioridade se não temos vacina.” Frisou Calegário.

Em seu pronunciamento, o vice-presidente da Aleac, deputado Jenilson Leite (PSB), destacou a importância do projeto de lei nº 123 de sua autoria, que estabelece prioridade aos profissionais de saúde, segurança e pessoas vulneráveis na fila de vacinação contra a Covid-19. O parlamentar falou quem deve ser priorizado na fila da vacinação contra a Covid-19. “Cito os profissionais da segurança que estão na linha de frente e também devem ser vacinados. Assim como as pessoas autônomas, trabalhadores da limpeza pública, professores, agentes funerários e outros também têm de ser imunizados”.

Suene Almeida, do AM Urgente

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