A fábrica Emergent BioSolutions, localizada em Baltimore, teve de interromper a produção da vacina Johnson & Johnson a pedido da agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, a FDA. Em março, o New York Times reportou que 15 milhões de doses fabricadas lá tiveram de ser destruídas após uma contaminação entre imunizantes da AstraZeneca e da Johnson & Johnson.

A produção só poderá voltar quando a fábrica comprovar que realizou melhorias para que a “confiança seja restaurada” pela FDA. Atá lá, 62 milhões de doses já produzidas na Emergent BioSolutions não poderão ser aplicadas.

Nos últimos 20 anos, o governo dos EUA manteve um contrato milionário com a Biotech, que produzia a vacina contra anthrax para o exército americano. No ano passado, o governo dos EUA pagou US$ 628 milhões para reservar a fábrica para produção de imunizantes contra a Covid-19. A decisão foi criticada, já que a Emergent BioSolutions tem um histórico de problemas.

Já neste ano, a administração de Joe Biden ordenou que a Johnson & Johnson passasse a administrar a fábrica e que a AstraZeneca parasse de ser produzida no local, após a contaminação entre os dois imunizantes.

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GDF divulga pontos de vacinação contra CovidGustavo Moreno / Especial para o Metrópoles

Vacina Johnson & Johnson

Pavlo Gonchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

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GDF divulga pontos de vacinação contra CovidGustavo Moreno / Especial para o Metrópoles

Vacina Johnson & Johnson

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Vacina Johnson & Johnson sob suspeita

O governo dos Estados Unidos interrompeu a aplicação da vacina da Johnson & Johnson após especulações de que o imunizante pudesse ser responsável por coágulos.

Os casos foram diagnosticados em mulheres entre 18 e 48 anos, e os sintomas apareceram de seis a 13 dias após a vacinação.