Durante a Assembleia extraordinária que aconteceu na manhã desta quarta-feira (12), a Diretoria estadual do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) juntamente com o então presidente Dêda e a executiva municipal de Rio Branco, representada pelo presidente Fernando Melo, decidiram que não irão permanecer na sigla.

A decisão foi tomada em virtude da intervenção na Direção Regional do Partido, pois a discriminações política e pessoal com a direção regional por parte da executiva Nacional do partido foi tamanha e a forma como se deu esta situação não correspondeu as expectativas do grupo.

Ainda na Assembleia, a executiva discutiu a possibilidade de migrar para outros partidos no qual o convite já foi realizado como é o caso do Progressistas, PDT, PSDB e Podemos. Após um breve entendimento, a executiva estadual do PROS, juntamente com a municipal achou mais viável a opção de participar do Podemos do ex-deputado Ney Amorim.

Isso porque, o Podemos é um partido que está em fase de construção e se for para construir é bom que vamos construir todos juntos, haja vista que os demais partidos já estão consolidados. “Nós ouvimos a opinião de todos os membros da diretoria, a maioria optou pelo Podemos e está sendo construído pelo nosso querido amigo Ney Amorim e sem dúvidas o que prevalece é a opinião da maioria”, destacou Dêda.

Esta Assembleia foi registrada em Ata e quanto aos membros do partido com mandato atualmente, irão seguir Dêda e Maria Antônia, como é o caso do prefeito de Rodrigues Alves, Jailson Amorim, os vice-prefeitos de capixaba e Epitaciolândia, Richard e Prof. Soares e vereadores, desde a região do Juruá como também de da região do Alto Acre.

“Se caso essa intervenção tivesse acontecido de outra maneira, com diálogo tanto por parte da Executiva Nacional como também da parte que estaria interessada em compôr a sigla, hoje a situação seria diferente, se tivesse havido respeito com todos os membros hoje poderíamos estar todos juntos e com o partido fortalecido, mas da forma como tudo aconteceu, não tem mais condições de permanecermos”, concluiu o presidente Dêda.

Fonte: 3 de Julho Notícias