terça-feira, abril 16, 2024
Economia

Caixa começa a receber pedidos de renegociação do Fies nesta terça (7), diz ministro

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que as agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil receberão pedidos de renegociação de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) a partir desta terça-feira (7). A estimativa do governo é que a medida possa beneficiar até 1,2 milhão de estudantes.

Camilo participou de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto. Estavam também presentes os presidentes do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), Fernanda Pacobahyba, e o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira.

“A preocupação do presidente é a gente realizar essas renegociações o mais rápido possível, portanto a partir de amanhã as agências da Caixa e do Banco do Brasil já poderão receber esses clientes do Fies”, afirmou Camilo.

Na quarta (1º), Lula sancionou a lei que propõe uma nova renegociação das dívidas dos estudantes no Fies.

Sobre o Enem, cuja primeira prova foi aplicada neste domingo (5), Camilo disse que as prisões foram “ocorrências pontuais”.

Questionado sobre a divulgação de imagens do exame nas redes sociais logo após o início da prova, o ministro afirmou que “de forma alguma” o exame será cancelado. Ele disse que a Polícia Federal realizou duas diligências, uma em Pernambuco e outra no Distrito Federal, referente à divulgação das imagens.

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

O novo presidente da Caixa disse que vai tomar posse oficialmente na quarta-feira (8), em uma cerimônia no Palácio do Planalto.

Carlos Vieira evitou comentar a questão das indicações para as vice-presidências do banco, que vem sendo alvo de cobiça pelo centrão. Ele foi indicado ao cargo pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Vieira afirmou que as indicações fazem parte de um “processo dinâmico, como a vida”. E acrescentou que o presidente Lula pediu para que as indicações sejam no sentido de que “prevaleça a boa governança, os bons profissionais”.

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