quarta-feira, maio 22, 2024
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Gladson cameli tenta resolver situação de familiares do “Terra Prometida”, mais comissão não chega a acordo com o governo

Durante as comemorações do Dia da Independência, o governador Gladson Cameli se deparou novamente com os ex-moradores da invasão Terra Prometida, que protestavam em busca de soluções para sua situação habitacional. O conflito surgiu quando os manifestantes tentaram acessar a Avenida Getúlio Vargas, onde ocorriam os desfiles, sendo interrompidos pela polícia militar.

“Eles não querem acordo, vocês são testemunhas. A imprensa é testemunha. Ontem falei com eles, me coloquei à disposição, me coloquei como fiador, mas agora eu não quero mais. Não posso compactuar, mas democracia é isso, que possamos ter um bom 7 de Setembro, um país mais justo e digno. O combinado não sai caro, mas tipos de antecipações de eleições, não vou compactuar com isso”, declarou o governador.

O governo do Acre ofereceu aos manifestantes 25 lotes no bairro Defesa Civil, próximo ao Acampamento Marielle Franco, para a construção de casas. No entanto, uma comissão formada pelos sem-terra recusou a proposta, argumentando que não aceitariam morar “no quintal de ninguém”.

Atualmente, os manifestantes se encontram reunidos com movimentos sociais no estacionamento da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, o que contribuiu para a redução do tumulto no local do desfile.

A situação evidencia a complexidade do impasse entre o governo estadual e os ex-moradores da Terra Prometida, ressaltando a necessidade de diálogo e busca por soluções que atendam às demandas de ambas as partes. Acompanharemos os desdobramentos desse conflito e as eventuais novas tentativas de acordo entre as partes envolvidas.

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