Homem é picado por jararaca em ramal de Sena Madureira e é levado ao hospital em estado estável

publicidade

Um homem de 50 anos foi picado por uma jararaca no Ramal do Narcélio, zona rural de Sena Madureira, na manhã da última terça-feira (9). A vítima foi mordida no  enquanto se deslocava até o rio para tomar banho durante a noite. O local fica a cerca de 70 km da área urbana do município.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, ao chegarem, os socorristas encontraram o homem com vômitos, dor intensa e edema progressivo no membro afetado — sinais compatíveis com envenenamento por serpente.

🚑 Atendimento difícil e uso de quadriciclo
Por causa das péssimas condições de acesso, a equipe só conseguiu chegar até o paciente com o auxílio de um quadriciclo. No local, foi feito atendimento pré-hospitalar, avaliação de sinais vitais, imobilização do membro atingido e orientações para evitar agravamento do quadro.

Após estabilização, o homem foi encaminhado ao Hospital de Sena Madureira, onde recebeu o soro antiofídico e permanece em monitoramento médico.


🐍 O que fazer — e o que evitar — em casos de picada de cobra

jararaca é uma das mais de 32 espécies venenosas desse grupo existentes no Brasil. Suas presas são finas como agulhas e podem injetar toxina suficiente para causar sequelas graves ou até levar à morte, dependendo da quantidade de veneno.

Leia Também:  SABOR ORIENTAL: Para apoiar estudos da filha no curso de medicina, casal investe em culinária oriental e estreia na Feira Natalina

Confira as principais orientações de segurança:

✅ O que fazer:

  • Mantenha o membro afetado elevado, para reduzir o inchaço.

  • Busque ajuda médica imediata.

  • Mantenha a vítima em repouso.

  • Se possível, lave o local com água e sabão.

❌ O que não fazer:

  • Não faça torniquete.

  • Não corte o local da picada.

  • Não tente sugar o veneno.

  • Não aplique folhas, café, álcool ou qualquer substância caseira.

  • Não capture a cobra (uma foto à distância já é suficiente para identificação).

As jararacas, apesar de perigosas, não são agressivas por natureza. Atacam geralmente quando são surpreendidas, especialmente no período noturno, quando deixam seus abrigos para caçar.

Compartilhe essa Notícia

publicidade