DISCURSO FORTE: Márcio Bittar emociona, exalta Bolsonaro e faz críticas durante inauguração de viaduto

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Durante a inauguração do Viaduto Mamédio Bittar, na noite desta sexta-feira (20), o senador Márcio Bittar (PL) protagonizou um discurso marcado por emoção, posicionamento político e defesa de novos investimentos para o Acre.

O evento reuniu autoridades e moradores em Rio Branco, consolidando a entrega de uma das principais obras de mobilidade urbana da capital.


🇧🇷 Bolsonaro citado como “padrinho” da obra

Logo no início, Bittar atribuiu a viabilização do viaduto ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que, segundo ele, foi fundamental para garantir os recursos.

“Essa obra tem um padrinho. Esse padrinho chama-se Jair Messias Bolsonaro. Se eu não for grato a ele, eu não mereço o voto de ninguém nesse estado”, declarou.

O senador também relembrou bastidores de sua atuação como relator do Orçamento da União e afirmou que Bolsonaro interveio para assegurar investimentos no Acre.


😢 Momento de emoção ao lembrar do irmão

Em um dos trechos mais emocionantes, Bittar falou sobre a perda do irmão, Mauro Bittar, vítima de câncer.

“Ele foi o maior aliado que eu tive na vida. Mesmo doente, ainda pôde ver essa obra começar”, disse, visivelmente emocionado.

O senador também destacou a homenagem ao pai, que dá nome ao viaduto, ressaltando o legado familiar e a história de pioneiros no estado.

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🚧 Novos investimentos e obras anunciadas

Durante o discurso, o parlamentar citou novas obras e investimentos previstos para a capital, incluindo:

  • Entrega do Mercado Elias Mansour

  • Licitação de um novo viaduto

  • Ordens de serviço para futuras obras

Segundo ele, muitas dessas ações têm origem em articulações realizadas ainda no governo federal anterior.


⚠️ Críticas e tom político no final

Na parte final, o discurso ganhou tom mais político, com críticas à situação da Amazônia e à falta de desenvolvimento.

“Do que adianta tanta riqueza e ainda ter gente passando fome? A Amazônia precisa se libertar. Não pode tudo ser proibido”, afirmou.

Bittar também projetou mudanças no cenário político nacional para as eleições de 2026, reforçando alinhamento com o grupo político ligado a Bolsonaro.


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