“Motoristas se revoltam”: protesto em Rio Branco contra projeto que pode mudar regras dos apps 🔥

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Cerca de 100 motociclistas e motoristas de aplicativo tomaram conta da Praça do Juventus, em Rio Branco, nesta terça-feira (14), em um ato contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 152, que trata da regulamentação da categoria em todo o Brasil.

A mobilização seguiu em forma de carreata pelas ruas da capital acreana, com destino ao Palácio Rio Branco, chamando atenção para o que a categoria classifica como riscos à profissão.

📢 Principais críticas ao projeto
Os manifestantes apontam dois pontos centrais de preocupação:

  • 🚫 Falta de regras claras para bloqueio e banimento de motoristas pelas plataformas

  • 💰 Ausência de um piso mínimo de ganho e limite para taxas cobradas pelos aplicativos

Segundo Deddy Alencar, representante da equipe VIPs, o problema está na falta de transparência das empresas:

“Hoje a plataforma pode bloquear ou banir sem critério legal. Queremos que siga a lei e tenha transparência.”

Ele também criticou a liberdade das plataformas para definir valores:

“Não há ganho mínimo. Fica tudo a critério da empresa, inclusive quanto cobrar do motorista.”

🚨 Categoria chama projeto de “escravidão moderna”
O presidente da União dos Motoristas de Aplicativo do Acre, Paulo Farias, foi ainda mais duro nas críticas:

“Esse é o PLP da escravidão moderna. Não tem taxa mínima justa. Pedimos R$ 10, e não R$ 8,50, além de não ter valor adicional por quilômetro.”

Apesar das críticas, parte do projeto tem apoio dos trabalhadores, principalmente no que diz respeito a alguns direitos trabalhistas previstos no texto.

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🏍️ Manifestação ganhou as ruas
Após a concentração, os motoristas seguiram em passeata pelas ruas de Rio Branco, reforçando o pedido por mudanças no projeto que está em discussão em Brasília.

📢 Amazônia Agora acompanhando de perto
O portal de notícias Amazônia Agora segue acompanhando as manifestações e os impactos desse projeto na vida dos trabalhadores acreanos.

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