Criador de ‘Euphoria’ se defende de críticas sobre personagem de Sydney Sweeney como criadora de conteúdo adulto e cena com chupeta

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O criador da série ‘Euphoria’ se defendeu das críticas direcionadas à produção pela representação da personagem da atriz Sydney Sweeney como criadora de conteúdo adulto sob demanda, com direito a uma cena na qual ela se veste de bebê e usa uma chupeta. A sequência polêmica consta na recém-lançada terceira e última temporada da série.

Criador, diretor e roteirista da série, Sam Levinson respondeu às críticas em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Ele explicou que sua intenção era retratar o “absurdo” da realidade da personagem Cassie (Sweeney), citando também uma cena na qual ela se veste como cachorro.

Sydney Sweeney em cena polêmica da terceira temporada de Euphoria — Foto: reprodução
Sydney Sweeney em cena polêmica da terceira temporada de Euphoria — Foto: reprodução

Perguntado sobre os supostos excessos da produção, o produtor afirmou: “A Cassie tem a sua casinha de cachorro, suas orelhinhas de cachorro e o nariz, e isso tem um humor próprio. A graça é romper, quebrar a quarta parede”.

Ele disse que sua intenção com a personagem de Sweeney é causar estranheza nos espectadores, incluindo aí a moradia dela: “A escolha óbvia teria sido algo moderno, muito simples e sofisticado, mas acabamos optando por essa casa de estilo ‘meio do século’, que é meio cafona, mas também parece presa nos anos 70”.

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A atriz Sydney Sweeney em cena de Euphoria — Foto: reprodução
A atriz Sydney Sweeney em cena de Euphoria — Foto: reprodução

Depois Levinson afirmou sobre as atuações profissionais da personagem de Sweeney: “O [site de produção de conteúdo adulto sob demanda] OnlyFans tem sua própria estética, e como elevar essa estética para a estética da série é um desafio. Não vou mentir”.

Levinson revelou que muitas das cenas que retratam o trabalho sexual de Cassie também foram iluminadas de forma estratégica: “Queríamos capturar o que ela está tentando mostrar ao público e colocar o espectador dentro disso, mas também recuar e ver, de forma mais ampla, o quão deprimente aquilo é”.

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