A crise no transporte coletivo de Rio Branco ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (22). O presidente do sindicato da categoria, Antônio Neto, afirmou que apoia os trabalhadores, mas reconhece que a paralisação total não segue a legislação.
⚖️ Parada total fora da lei
Segundo o dirigente, a decisão dos motoristas de suspender 100% da frota vai contra a exigência legal de manutenção mínima do serviço, especialmente por se tratar de transporte público, considerado essencial.
📊 Pela regra, deveria ser mantido:
-
Entre 30% e 50% da frota em circulação
🗣️ Categoria rejeitou proposta
Durante assembleia, os trabalhadores recusaram a proposta da Prefeitura, que previa o pagamento dos salários até sexta-feira (24), e decidiram manter a paralisação até que os vencimentos sejam quitados.
“A categoria disse que só volta mediante o pagamento do salário”, afirmou Antônio Neto.
⚠️ Sindicato não adere oficialmente
Apesar de demonstrar solidariedade aos motoristas, o presidente deixou claro que o sindicato não pode apoiar formalmente o movimento:
“Somos solidários, mas essa decisão está fora da lei. O sindicato não pode participar de uma paralisação 100%.”
🚨 Impasse continua
Com isso, o impasse segue sem solução imediata, enquanto a população enfrenta os impactos da falta de transporte público na capital.
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