O Acre contabilizava 389 pessoas em tratamento ativo contra a hanseníase em 2 de setembro de 2026. O cenário levou o Ministério Público do Estado a abrir um procedimento administrativo para acompanhar a assistência aos pacientes.
Dados da Sesacre, consolidados a partir do Sinan, mostram que a prevalência passou de 0,37 caso por 10 mil habitantes em 2024 para 4,29 em setembro deste ano. Em 2024, eram 34 pacientes em tratamento; em 2025, 246.
Porto Walter apresentou o maior índice municipal: 12 casos por 10 mil habitantes. Na capital, havia 246 pessoas em tratamento.
O procedimento também aponta sinais de diagnóstico tardio e lacunas no planejamento de ações municipais. O acompanhamento terá duração inicial de um ano, com possibilidade de prorrogação.
Entre as providências previstas estão o envio das informações às promotorias dos municípios e uma reunião de alinhamento com TCE-AC, Sesacre e Morhan.
Imagem: Odair Leal/Secom.
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Fabio Azevedo — Amazônia Agora
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