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Bocalom expõe diálogo com presidente nacional do PL e mantém aberta possibilidade de disputar o Governo do Acre

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), afirmou que sua permanência no partido ainda será definida nesta semana pelo presidente nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto.

Segundo Bocalom, ele esteve pessoalmente em Brasília para tratar do assunto e classificou a conversa como positiva. O prefeito contou que o encontro durou mais de uma hora e que o dirigente nacional deve dialogar com o senador Márcio Bittar antes de qualquer decisão.

“O que acontece é o seguinte: eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.

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“Quero continuar no PL”, afirma prefeito

Mesmo sem definição concreta, Bocalom afirmou que deseja permanecer no Partido Liberal e destacou que se considera parte da “verdadeira direita” no Acre.

“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou.

Carta gerou surpresa em Brasília

O prefeito também comentou a carta enviada pelo diretório estadual do partido informando que sua eventual pré-candidatura ao Governo do Estado não seria prioridade da sigla. O documento foi assinado pelo presidente regional, Edson Bittar.

De acordo com Bocalom, Valdemar da Costa Neto teria demonstrado surpresa ao tomar conhecimento do documento.

“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, ressaltou.

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A expectativa agora gira em torno da decisão da executiva nacional do partido, que deve definir os rumos políticos do prefeito nos próximos dias.

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