CADÊ OS REMÉDIOS, PREFEITURA? Vereador cobra explicações após faltar mais de 20 medicamentos nas unidades de saúde de Rio Branco

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O vereador Leôncio Castro (PSDB) fez um forte desabafo na sessão desta quarta-feira (26), denunciando que mais de 20 tipos de medicamentos estão em falta nas unidades básicas de saúde de Rio Branco. Segundo o parlamentar, a informação chegou por meio de moradores revoltados, que têm enfrentado dificuldade para conseguir remédios prescritos pela rede municipal.

Para Leôncio, a situação é grave e exige resposta rápida. Ele cobrou providências imediatas da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que confirmou o problema.

De acordo com a Semsa, a falta dos remédios ocorreu após a empresa responsável pelo fornecimento cancelar o contrato, obrigando a abertura de um novo processo licitatório, o que travou a entrega dos insumos.

Diante das queixas, o vereador apresentou um projeto de lei criando o Vale Medicamento, que permitiria ao paciente retirar o remédio gratuitamente em farmácias credenciadas sempre que o item estiver em falta nas unidades públicas.

O vale seria digital e traria:

  • Dados do paciente

  • Nome e dosagem do medicamento

  • Quantidade autorizada

  • Lista de farmácias credenciadas

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Leôncio destacou que modelos semelhantes já funcionam em outros municípios e evitam interrupções de tratamentos, principalmente entre quem não tem como pagar.

O projeto agora segue para análise nas comissões permanentes antes de ir ao plenário.


📌 O OUTRO LADO — Nota da Semsa

A Secretaria Municipal de Saúde informou:

📄 NOTA DE ESCLARECIMENTO

A falta de medicamentos se deve à abertura de um novo processo licitatório, necessária após a empresa contratada solicitar o cancelamento do contrato, impossibilitando a continuidade das entregas.

A gestão afirma que já iniciou um novo processo de compra, seguindo todas as etapas legais, e que a previsão é normalizar o abastecimento em até 30 dias.

A Semsa também informou que adotará medidas administrativas para responsabilizar a empresa envolvida, como prevê o contrato e a legislação.

A prefeitura reforça o compromiss

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