Categoria: Meio ambiente

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Pesquisas em Unidades de Conservação Estaduais do Acre são destaque em seminário

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) encerrou nesta quinta-feira, 10, o Seminário de Pesquisas em Unidades de Conservação Estaduais do Acre. O evento, transmitido pelo YouTube, faz parte do Mês do Meio Ambiente, que acontece de 31 de maio a 30 de junho com vasta programação on-line e presencial. O seminário teve início na segunda-feira, 7.

Ao longo da programação, gestores da Área Relevante Interesse Ecológico (ARIE) do Japiim Pentecostes, Áreas de Proteção Ambiental (APAs) do Lago Amapá, do Igarapé São Francisco e do Parque Estadual Chandless, pesquisadores e sociedade civil compartilharam as experiências nas unidades gerenciadas pela Sema.

Todas os vídeos do seminário estão disponíveis no canal da SEMA AC no YouTube. Foto reprodução

A gestora da APA Lago do Amapá, Mirna Caniso, disse que o Lago do Amapá se destaca por ser a a APA com maior número de estudos publicados no Acre, no total mais de 40 artigos, entre resumos e capítulos de livros.

O professor Waldemir Santos, da Universidade Federal do Acre (Ufac), em sua palestra intitulada “Análise preliminar do assoreamento em ambiente fluvial lêntico: a hidrossedimentologia do Lago do Amapá – Rio Branco/AC”, apresentou as principais características geomorfológicas do lago Amapá.

Ele explicou que, de acordo com os estudos, a data estimada de formação do Lago Amapá é de aproximadamente 3.160 anos, e que, portanto, é considerado um lago novo, e que sua formação tenha ocorrido por mudanças climáticas ocorridas no passado.

A gestora da APA Igarapé São Francisco, Carolyne Maciel, destacou que a unidade tem muito a oferecer, no âmbito científico, e que tais pesquisas favorecem o plano de manejo da APA, que se encontra em fase de publicação.

Pesquisa realizada na APA Igarapé São Francisco. Foto: Reprodução.

A professora Ronnilda Gonçalves palestrou sobre o “Efeito da estrutura da paisagem sobre a distribuição e diversidade do zooplâncton no Igarapé São Francisco, Acre”. Em seguida, o professor Lisandro Juno palestrou sobre a “Qualidade ambiental do igarapé São Francisco: do diagnóstico em 2002 aos dias de hoje”. Ambos os palestrantes lembraram da importância da preservação e conservação do São Francisco.

Paulo Sergio D’Andrea apresentou pesquisa sobre as espécies “Mamíferos como Reservatórios de Zoonoses e sua importância para a saúde pública”. O pesquisador é uma referência nacional e internacional nos estudos que envolvem zoonoses em mamíferos.

Outra pesquisa também realizada no baixo Rio Chandless, foi apresentada pela pesquisadora da Ufac, Letícia Fernandes da Silva, sobre a comunidade de aves em ambiente dominado por embaúba (Cecropia).

Outra pesquisa também realizada no baixo Rio Chandless, foi apresentada pela pesquisadora da Ufac, Letícia Fernandes da Silva. Foto reprodução

A diretora executiva da Sema, Vera Reis Brown, ressaltou a importância do debate para a troca de experiências e a popularização da ciência. Ela agradeceu a contribuição de gestores e técnicos da Sema, e o compartilhamento de relevantes pesquisas realizadas nas quatro unidades de conservação participantes do evento.

A diretora executiva da Sema, Vera Reis Brown, ressaltou a importância do debate para a troca de experiências e a popularização da ciência. Foto reprodução
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Sob pressão do desmate recorde, militares vão voltar para a Amazônia

Uma nova operação militar na Amazônia liderada pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, deve ter início nos próximos dias. A decisão ocorre no momento em que a região volta a registrar forte alta no desmatamento. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o desmatamento na Amazônia Legal em maio foi o maior desde 2016, quando a série histórica teve início. É o terceiro mês seguido de recorde de destruição da floresta em 2021 – os militares deixaram a área em abril.

A iniciativa já está em andamento dentro das Forças Armadas e só depende agora da publicação de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), para formalizar a operação, além de acordo com os Estados que serão alvo da medida, como Amazonas e Pará. Em 28 dias de maio, a região atingiu a marca de 1.180 km² de desmate, avanço de 41% em relação ao mesmo mês de 2020. Desde o início da série histórica, com a operação do satélite Deter-B, é a primeira vez que o número ultrapassa 1 mil km² para esse mês.

Segundo o Inpe, no acumulado desde agosto, vem caindo rápido a diferença entre a área recorde de alertas do ano passado e a deste ano: em janeiro o desmatamento em 2021 era 21% menor que em 2020. Agora a diferença é de 8%, e ainda pode cair mais. Procurado pelo Estadão, na semana passada, o Observatório do Clima havia afirmado que o dado de maio “é preocupante, porque o mês marca o início da estação seca, quando a devastação se intensifica, em grande parte da Região Amazônica”. “A permanecer a tendência nos próximos dois meses, a taxa oficial de desmatamento de 2021 poderá terminar com uma inédita quarta alta consecutiva”, disse em nota.

Esse retorno militar tenta novamente remediar um problema crônico na área ambiental, que é a falta de agentes em campo para atuar contra desmatamento e queimadas. Há um déficit crescente no efetivo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) para fazer as fiscalizações necessárias.

Até o ano passado, o Ibama, que é o principal órgão do governo federal na proteção da maior floresta tropical do mundo, contava apenas com 591 agentes ambientais para enfrentar o avanço do crime ambiental, e isso não só na Amazônia, mas em todo o País. Esse quadro de agentes é 55% inferior ao que o instituto detinha dez anos atrás. Em 2010, eram 1.311 fiscais em atuação. No ICMBio, que cuida das unidades de conservação do País, o efetivo é ainda menor para esse trabalho. Na semana passada, o Ibama anunciou a contratação temporária de 1.659 brigadistas para atuarem em 18 Estados no período de seca, fazendo ações com fogo controlado, para evitar que os incêndios se espalhem.

Foco

Mourão, que preside o Conselho Nacional da Amazônia Legal, tinha anunciado em fevereiro o fim da Operação Verde Brasil 2. Na ocasião, porém, o vice-presidente havia sinalizado que, se fosse necessário, os militares seriam novamente acionados.

Nos meses seguintes, questionado em várias ocasiões pela reportagem do Estadão sobre os índices de desmatamento e a fiscalização a cargo de Ibama e ICMBio, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, delegou a responsabilidade pelo controle ao vice-presidente Hamilton Mourão, alegando que, até abril, ainda estava em vigor a chamada Garantia de Lei de da Ordem (GLO).

O efetivo militar para a nova GLO ainda está sendo calculado para aquela que deverá ser uma operação do tipo “Verde Brasil 3”. Conforme apurou a reportagem, a força militar a ser utilizada deverá ser inferior àquela utilizada entre o ano passado e este ano.

Já as ações devem ser concentrar em locais onde, historicamente, ocorrem os maiores índices de queimadas e desmatamento. Nesta relação estão 11 municípios prioritários. No Estado do Pará, serão priorizados São Félix do Xingu, Altamira, Novo Progresso, Pacajá, Portel, Itaituba e Rurópolis. No Amazonas as ações se concentrarão na região de Apuí e Lábrea. No Estado de Mato Grosso, a região de Colniza deve receber reforço, assim como Porto Velho, em Rondônia.

Recursos

Na operação Verde Brasil 2, que ocorreu entre maio de 2020 e abril de 2021, foram aplicados R$ 410 milhões, segundo Hamilton Mourão. Quando a iniciativa foi encerrada, o governo anunciou o Plano Amazônia 21/22, que já previa uma continuidade de operações em áreas prioritárias.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Sedam intensifica ações de prevenção às queimadas e incêndios florestais em Rondônia

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) tem intensificado as ações de conscientização para prevenção às queimadas e incêndios florestais em todo território rondoniense. Nos municípios de Ariquemes, Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Cujubim, Rolim de Moura, Ji-Paraná, distrito de Buritis e na região do Baixo Madeira, a Ceam, juntamente com as equipes dos Escritórios Regionais de Gestão Ambiental (Erga) tem cumprido uma intensa agenda firmando parceria com os municípios e lideranças comunitárias para fortalecer ainda mais as ações de combate às queimadas.

Rondônia conta com 17 unidades do Erga, atuantes em todo o Estado em conjunto com a Ceam e em parceria com outros órgãos. De acordo com a bióloga da Sedam, Wanda Senatore, a população tem sido receptiva e participativa nas ações de conscientização de combate às queimadas. Até o final do mês de junho, a Sedam vai atuar com base no Plano de Gestão Ambiental de Prevenção e Combate às Queimadas e Incêndios Florestais, primando fortalecimento das parcerias para aplicação das ações de orientação e prevenção quanto à prática do crime ambiental.

“Nosso intuito é ir até os gerentes do Erga para fornecer apoio na campanha de combate às queimadas. Quando nos referimos a isso, também estamos combatendo as derrubadas de árvores, assim como às queimadas na beira das BRs e combate a focos urbanos. Nós fazemos o chamamento dos órgãos municipais responsáveis, como a Secretaria Municipal da Agricultura, da Educação, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Saúde, Defesa Civil, Emater e o Corpo de Bombeiros e, junto com o gerente do Erga nós apresentamos o plano de combate às queimadas. O escritório regional em cada município é a própria Sedam”, pontuou Wanda.

A bióloga enfatizou ainda que um dos principais objetivos das ações realizadas é demonstrar para a população que a Sedam possui uma coordenadoria de Educação Ambiental e, por meio dela, é feito o trabalho de orientação aos pequenos e médio agricultor. “O que nós observarmos é que a grande maioria desconhece esse trabalho, por isso passam a enxergar a secretaria apenas como órgão fiscalizador. Porém, não é só isso, nós temos todo o trabalho de orientação, visando o combate às queimadas, e posteriormente a equipe da Coordenadoria de Proteção Ambiental Copam/Sedam faz o trabalho ostensivo de fiscalização que é necessário acontecer”, observou.

De acordo com a coordenadora Estadual de Educação Ambiental, Maricélia Cantanhêde, a primeira fase consiste em campanhas reflexivas sobre práticas humanas com orientações por meio de blitz educativa, com apoio da Defesa Civil Estadual do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Defesa Civil Municipal. Também serão oferecidos materiais orientativos como banners, folders e jogos educativos relacionados às queimadas, voltados ao âmbito escolar.

“Distribuímos panfletos contendo orientações sobre os efeitos da prática de queimadas, promovemos reuniões com as lideranças comunitárias, e ainda mobilizamos a campanhas através das redes sociais. A segunda etapa será de julho a outubro, cuja finalidade será de uma fiscalização mais ostensiva, considerando o período que acontece a seca, a chamada estiagem. A nossa campanha possui dois momentos, esta é a fase 1, de sensibilização e orientação sobre a forma correta para se fazer. Porque é meta dessa gestão do Governo de Rondônia, não punir, mas sim a realização de um trabalho efetivo de Educação Ambiental para que a sociedade entenda a maneira correta de fazer e, se caso, for necessário fazer. A fiscalização é necessária ocorrer, por fazer parte da política de meio ambiente, mas o importante é trazer essa conscientização”, detalhou Maricélia.

A assessora de educação ambiental da Sedam, Ana Maria Silva Dantas também salientou que a Ceam realiza o trabalho de orientação da chamada queima controlada, prevista na Portaria 229 de julho 2017, que consiste na autorização da prática dessa queimada, contendo prazo de validade, além do acompanhamento técnico ambiental. “A informação que passamos à população em geral, é que busquem orientações no escritório regional para solicitar a autorização da prática dessa queimada. E ao chegar lá, o cidadão terá todas as informações necessárias, sendo questionado ainda, sobre intuito da queimada, qual o local. E nossos técnicos vão in loco fazer esse monitoramento da área. Ou seja, a queima controlada tem início, meio e fim, com intuito de evitar qualquer tipo de incêndio e verificar, também, se está dentro das delimitações aonde a Portaria 229 diz onde e como pode ser feita”, detalhou.

A ação ocorrida em Buritis obteve bom envolvimento por parte da população. O diretor de transportes, Wesley Soares de Oliveira, que reside há 20 anos no distrito afirmou já ter visto ações de panfletagens voltadas às questões ambientais, mas uma abordagem como foi feita, até então, nunca havia visto. “ É um trabalho de grande valia para todos nós. Parabenizo toda a equipe envolvida e bom seria se toda a região Norte fizesse esse trabalho e que todos possam ter essa ação como exemplo, copiando essa ideia”, elogiou.

FISCALIZAÇÃO

Esta etapa terá como foco prejuízos legais e ambientais, enfatizando a importância da colaboração cidadã nos casos de denúncias de crimes ambientais cometidos. Nas situações que favoreçam atos irregulares, o responsável é autuado. O monitoramento é realizado junto a Coordenadoria Estadual de Proteção Ambiental (Copam), o CBM, Departamento de Defesa Civil Estadual e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA).

Meio ambiente
Alerta de desmatamento na Amazônia Legal em maio é o maior desde 2016

Amazônia Legal bateu mais um recorde de área sob alerta de desmatamento em maio. Até o dia 28, a região tinha 1.180km² de área sob alerta de desflorestação, o maior número para o mês desde 2016. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

É oterceiro mês consecutivo em que os índices batem recordes históricos mensais. Também é a primeira vez que a área sob alerta de desmatamento em maio passa dos 1 mil km²:Área sob alerta de desmatamento na Amazônia Legal em maio (2016-21)em km²4084083633635505507397398348341.1801.180maio/16maio/17maio/18maio/19maio/20maio/21 (até 28/05)025050075010001250maio/19
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Fonte: Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter)/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)

A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro e engloba a área de 8 estados (AcreAmapáAmazonasMato GrossoParáRondôniaRoraima e Tocantins) e parte do Maranhão.

Os alertas de desmatamento foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe, que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²), tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (exploração de madeira, mineração, queimadas e outras).

O Deter não é o dado oficial de desmatamento, mas alerta sobre onde o problema está acontecendo.

A medição oficial do desmatamento, feita pelo sistema Prodes, costuma superar os alertas sinalizados pelo Deter. Os últimos dados divulgados pelo Prodes apontaram que a área desmatada na Amazônia Legal foi de 11.088 km² na temporada de 2019 a 2020 (período que engloba agosto de 2019 a julho de 2020).

O vídeo abaixo cita pesquisa que mostra como o desmatamento na Amazônia impacta no agronegócio brasileiro, dando prejuízos de R$ 5,7 bilhões por ano.

Meio ambiente
Atividades no TJAC marcam Semana do Meio Ambiente

Equipe da GEVID realizou entrega de mudas ornamentais por drive thru; desembargador Camolez trocou a toga pela pá e ajudou a plantar árvores na sede do TJAC

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) , por meio da Gerência de Qualidade de Vida (GEVID), realizou na manhã desta quarta-feira, 2, a entrega de mudas de plantas ornamentais, em sistema de drive-thru, além da entrega da Horta Compartilhada revitalizada.

As ações, que fazem parte das atividades alusivas à Semana do Meio Ambiente, foram prestigiadas pela desembargadora-presidente do TJAC, Waldirene Cordeiro; pela superintendente do IBAMA, Helen Cavalcante; além de magistrados, assessores, servidores e colaboradores do Tribunal.

Ao todo, foram doadas 100 mudas ornamentais, que servirão para colocar mais verde e vida, nas residências dos contemplados, com exemplares como a bela Mini Érica, a Alamanda Mirim, a Coleus e a exótica Ixoria, que se adapta muito bem a regiões de clima quente, entre várias outras.

As plantas floríferas foram doadas, por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMEIA) e o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente).

A desembargadora-presidente Waldirene Cordeiro se disse feliz pelo sucesso do evento e renovou o compromisso socioambiental do Poder Judiciário, dando especial ênfase ao julgamento de crimes ambientais, a nova Meta 12 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

“O Poder Judiciário, ao longo de sua trajetória, tem se pautado em uma missão ampla, que vai além dos serviços jurisdicionais. Na Semana de Meio Ambiente, reforçamos esse compromisso com ações internas e externas, seja com a revitalização da horta, como também com a concentração das audiências e julgamentos de processos envolvendo causas ambientais”, disse a presidente do TJAC.

“Hoje é um dia muito importante, nesse sol escaldante da nossa região, que vem abrilhantar ainda mais nosso evento, efetuado pelo TJ, através da nossa presidente, desembargadora Waldirene Cordeiro. Além das mudas ornamentais, o desembargador Elcio (corregedor-geral da Justiça) e eu, plantamos novas mudas de árvores aqui no Tribunal, com isso dando ciclo e a sequência do plantio de árvores. Nós convidamos a todos que queiram conhecer esse espaço, que tem um grande significado para nós, pois ele marca, embora não esgote, o compromisso socioambiental do TJAC”, ressaltou o coordenador do Comitê Gestor Local de Atenção à Saúde, desembargador Luís Camolez.

“O TJAC promove essas ações voltadas para a Semana do Meio Ambiente visando fomentar uma cultura organizacional voltada para boas práticas ambientais e ampliar as políticas internas no âmbito de todas as unidades do Poder Judiciário acreano. E, desse modo, promover e intensificar a conscientização e as boas práticas para a preservação do meio ambiente”, comentou Danniel Bomfim.

“Acreditamos que são atitudes que, ainda que pareçam pequenas, contribuem significativamente para a sustentabilidade. E juntos podemos reparar muitos dos danos causados ao meio ambiente. E o NUSAP (Núcleo Socioambiental Permanente) trabalha para difundir uma consciência pró ambiental, tanto dentro como fora do judiciário. Felizmente, temos a grata satisfação de, paulatinamente, estarmos aumentando a quantidade de servidores e magistrados envolvidos nas questões socioambientais”, disse Val Amorim.

“Nosso lema é ‘o meio ambiente é a nossa casa e a sua defesa começa comigo’. E nós temos essa necessidade de integração com relação os órgãos públicos, porque tanto as pessoas que trabalham quanto aquelas que vêm aos órgãos públicos vão ter essa interação com a natureza e nos lembrar e nos remeter aos cuidados que temos que ter com a natureza”, ponderou a superintendente do IBAMA, Helen Cavalcante.

Ornamentando a vida

De acordo com a gerente de qualidade de vida do TJAC, Milena Moura, a ideia em distribuir mudas ornamentais é conscientizar magistrados e servidores sobre a importância da adoção de boas práticas para a preservação do meio ambiente, por meio do plantio e do cultivo das mudas.

“As plantas são ornamentais, tendo em vista que grande parte dos servidores moram em apartamentos ou tem um terreno pequeno e por este motivo, pensando nesse público, foram doadas as plantas ornamentais, pois qualquer ambiente é propício para se adotar boas práticas”, destacou a gerente de qualidade de vida.

Postado em: GaleriaNotícias | Tags:GevidMeio AmbienteNusapPresidencia TJACFonte: GECOM Atualizado em 02/06/2021

Meio ambiente
Evento online na Amazônia Legal e agenda ambiental em Brasileia marcam abertura do Mês do Meio Ambiente

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou a abertura oficial do Mês do Meio Ambiente no debate online: O meio ambiente e a economia regional e nacional – Desafios e perspectivas para o desenvolvimento de baixas emissões na Amazônia. Uma agenda presencial no município de Brasileia também marcou a data, com várias visitas e a assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro Integrado do Alto Acre.

No debate online, promovido pela Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force), o secretário de Estado de Meio Ambiente, Israel Milani falou sobre os desafios encontrados pelo Acre na consolidação de uma economia de baixas emissões e para o fortalecimento das cadeias produtivas. “Nós estamos implementando agroindústrias para verticalização da produção das famílias que residem próximos às áreas de floresta, bem como descentralizando a pasta ambiental para atendimento presencial em todas as regionais do estado”, disse o secretário.

Debate online na Amazônia Legal. Foto reprodução
Debate online na Amazônia Legal. Foto reprodução

A agenda presencial no município de Brasileia contou com a participação da prefeita Fernanda Hassem, coordenada pelas secretarias municipais de Cultura e Meio Ambiente. O secretário Israel Milani representou o governador Gladson Cameli na ação da Saúde, com a vacinação dos servidores da Educação contra Covid-19 e formação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Foram realizadas visitas ao lixão, que foi totalmente reestruturado, à comunidade terapêutica Caminho de Luz e por último, ao Parque Ecológico Nordesta.

Evento no Parque Ecológico Nordesta. Foto Assessoria Sema
Visita ao lixão municipal. Foto: Assessoria Sema
Assinatura da OS do Centro Integrado do Alto Acre. Foto Assessoria Sema

O governo, por meio da Sema, está apoiando a revitalização da trilha ecológica. A cerimônia marcou a abertura oficial da semana do Meio Ambiente do município. A prefeita Fernanda Hassem agradeceu pela presença do representante do Estado na programação. “Estamos muito felizes com a agenda do Meio Ambiente, principalmente com a implementação do Centro Integrado do Alto Acre”.

Clique na imagem e confira a programação completa. Foto reprodução
Meio ambiente
Governo comemora mês do Meio Ambiente com vasta programação em junho

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), inicia na próxima segunda-feira, 31, a programação do Mês do Meio Ambiente com diversas atividades. De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente, Israel Milani, a programação será realizada durante todo o mês de junho contemplando vários municípios com ações direcionadas à conservação do meio ambiente e apoio ao produtor rural.

A abertura oficial acontecerá no município de Brasileia, com destaque na programação para a assinatura da ordem de serviço do Centro Integrado de Meio Ambiente do Alto Acre e assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as prefeituras de Brasileia e Assis Brasil com a Sema. A parceria visa capacitar os técnicos das prefeituras no Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) nas ferramentas geoespaciais.

“A programação do Mês do Meio Ambiente 2021 contempla tanto a parte técnica, com eventos online com pesquisadores de renome na área ambiental, quanto a realização de ações nas comunidades. Destacamos as assinaturas de ordens de serviços dos Centros Integrados de Meio Ambiente nos municípios de Brasileia, Feijó e Cruzeiro do Sul, além das ordens de serviço para manutenção de ramais em Assis Brasil e Acrelândia. Teremos um mês bastante produtivo na pasta do Meio Ambiente”, destacou Milani.

Confira a programação:

Mês do Meio Ambiente

De 31 de maio a 30 de junho

– Abertura do Mês do Meio Ambiente

– Assinatura da ordem de serviço para reforma do centro integrado de meio ambiente de Brasileia

– Assinatura do acordo de cooperação técnica para capacitações em ferramentas geotecnológicas de técnicos e gestores de Assis Brasil e Brasileia.

Data: 31/05

Local: Brasileia

Abertura da Semana do Meio Ambiente na Amazônia

Debate online: O meio ambiente e a economia regional e nacional – Desafios e perspectivas para o desenvolvimento de baixas emissões na Amazônia

Data: 31/05

Horário: das 8h às 9h30

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Programação no Juruá

Abertura

Data: 01/06

Horário: 9h

Local: Centro de Integração de Esporte (CIE) / Cruzeiro do Sul (CZS)

Entrega das mudas no sistema drive-thru

Data: 02/06

Horário: 8h30 às 12h

Local: avenida Mâncio Lima/CZS

Plantio de mudas no bairro Aeroporto Velho

Data: 04/06

Horário: 8h30

Local: bairro Aeroporto Velho/CZS

Aula prática do curso de arborização urbana

Data: 05/06

Horário: 8h

Local: CZS

Assinatura da ordem de serviço do Ramal do Pelé (acesso ao projeto SOS quelônios) e

Soltura dos quelônio no Rio Abunã

Data: 07/06

Local: Projeto SOS quelônios / Acrelândia

I seminário de pesquisa em Unidades de Conservação do Acre

Data: 7 a 10/06

Horário: das 9h às 10h40

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Minicurso: Consumo sustentável e responsabilidade socioambiental

Data: 10 e 11/06

Horário: das 18h30 às 20h30

Assinatura da ordem de serviço do Centro Integrado de Meio Ambiente de Feijó

Data: 09/06

Assinatura da ordem de serviço do Centro Integrado de Meio Ambiente de Cruzeiro do Sul

Data: 16/06

Webinar Pré-seca Acre 2021

Data: 17/06

Horário: 9h às 11h

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Lançamento do vídeo sobre o Programa de Regularização Ambiental (CAR)

Transmissão ao vivo no canal da sema acre no youtube

Lançamento dos vídeos do projeto práticas ambientais

Temas: queimadas, desmatamento, lixo urbano, recursos hídricos e recuperação da biodiversidade.

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Apresentação do Cigma aos estudantes da Ufac

Data: 21/06

Horário: das 9h às 11h

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Mini curso introdução a arborização urbana

Módulo II: Paisagismo Urbano

Data: 21, 22, 28 e 29/06

Horário: 18h30

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Assinatura da ordem de serviço do Ramal do Icuriã

Data: 22/06

Local: Assis Brasil

Acre: suas florestas produtivas e avanços

Data: 22/06

Horário: 10h às 12h

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Webinar sobre o projeto de pesquisa “Dados à prova d’água” no estado do Acre

Data: 24/06

Horário: 10h às 11h

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Ação humanitária itinerante na Floresta Estadual do Antimary

Data: 25 e 26/06

Hora: a partir das 8h

Local: Floresta Estadual do Antimary

Audiência pública virtual sobre o Sistema Estadual de Áreas Naturais Protegidas do Acre (Seanp)

Data: 29/06

Horário: 09h às 12h

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no youtube

Capacitação no uso da plataforma MAP-fire

Data: 30/06

Horário: das 9h às 10h30

Transmissão ao vivo no canal da SEMA ACRE no Youtube

Meio ambiente
Brasil regista maior desmatamento da Amazônia para abril em 10 anos

O desmatamento da Amazônia no Brasil atingiu 778 quilômetros quadrados, em abril de 2021, o maior montante para o mês em 10 anos, informou hoje do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazónia (Imazon).

As informações da organização não-governamental que atua na vigilância da Amazónia há mais de 10 anos são balizadas em alertas emitidos pelo Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), que monitora a região usando satélites.

Segundo o Imazon, o número também representa um aumento de 45% face a abril de 2020, quando alertas de desmatamento ocorrem em 536 quilômetros quadrados.

As imagens de satélite mostraram que em abril 68% do desmatamento na Amazônia brasileira ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse e o restante foi registrado em assentamentos (19%), unidades de conservação (11%) e terras indígenas (2%).

No ‘ranking’ dos estados brasileiros que mais destroem a floresta amazônica estão o Amazonas, que lidera a lista com a maior percentagem (28%), seguido pelo Pará (26%), Mato Grosso (22%), Rondônia (16%), Roraima (5%), Maranhão (2%) e o Acre (1%).

O sistema de acompanhamento da floresta desenvolvido pelo Imazon é uma ferramenta que utiliza imagens de satélites assim como outros sistemas que vigiam a Amazônia brasileira.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão ligado ao Governo brasileiro e que divulga as estatísticas oficiais sobre o tema, também faz este tipo de levantamento através de um sistema chamado Deter.

A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo e possui a maior biodiversidade registrada numa área do planeta, com cerca de 5,5 milhões de quilômetros quadrados e inclui territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (pertencente à França).