DHPP conclui que “De Menor” executou pintor no Belo Jardim; arma apreendida confirmou autoria

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), concluiu que Elenildo de Oliveira Dantas, conhecido como “De Menor”, de 19 anos, foi o autor do homicídio que vitimou o pintor Genilson Bonfim Mendonça Júnior, de 23 anos, no bairro Belo Jardim, em Rio Branco.

O suspeito foi preso na semana passada, no bairro Papouco, em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

O crime ocorreu em uma área considerada de alto risco, marcada por disputas territoriais ligadas ao tráfico de drogas.

🔥 Troca de tiros e morte de adolescente

Sete dias após o homicídio, segundo a Polícia Civil, Elenildo teria praticado um assalto na mesma região. Durante perseguição, houve troca de tiros com a Polícia Militar, e ele foi atingido no ombro por um disparo de fuzil.

Um adolescente de 16 anos que o acompanhava também foi baleado. O jovem caiu da motocicleta durante a fuga e sofreu traumatismo craniano, não resistindo aos ferimentos.

🕯️ Crime ocorreu enquanto vítima comprava cigarros

O homicídio de Genilson aconteceu no início da noite de 10 de agosto do ano passado. O pintor havia saído de casa para comprar cigarros em um estabelecimento na Rua 15 de Novembro, no bairro Belo Jardim.

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Enquanto aguardava atendimento, sentado sobre a bicicleta, um carro preto se aproximou e um dos ocupantes efetuou os disparos.

Genilson foi atingido nas costas e no lado esquerdo do peito. Mesmo ferido, ainda tentou correr em direção a um beco próximo, mas caiu e morreu no local.

🔬 Balística confirmou autoria

De acordo com a DHPP, testemunhas já apontavam Elenildo como autor do crime. A confirmação veio após exame de balística, que constatou que o revólver calibre 38 apreendido com o suspeito, na ocorrência posterior, foi a mesma arma utilizada no assassinato.

“De Menor” permanece custodiado no Complexo Penitenciário de Rio Branco, à disposição da Justiça. Ele deverá passar por audiência de instrução e julgamento na Vara do Tribunal do Júri, que decidirá se o réu será levado a julgamento popular.

Por se tratar de réu preso e considerado de alta periculosidade, a expectativa é que o julgamento ocorra ainda neste semestre.

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