A abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico entrou na disputa presidencial a três dias do segundo turno. As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro trocaram propostas e condições para divulgar informações pessoais e de pessoas ligadas aos candidatos.
Lula apresentou autorizações ao TSE e ao STF referentes aos últimos oito anos, condicionadas a uma medida equivalente do adversário. Flávio apresentou autorização para levantamento de seus dados dos últimos 20 anos e de empresas em que atua como sócio ou administrador.
O senador também solicitou documentos sobre despesas da Presidência e informações de pessoas próximas ao presidente. A campanha petista anunciou que levaria uma resposta ao TSE às 11h desta quinta-feira, 22.
Até o relato divulgado pela manhã, havia anúncios e petições das campanhas. A apresentação de uma autorização não significa que todos os dados já tenham sido efetivamente disponibilizados.
Fabio Azevedo — Amazônia Agora
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