Além dos finais gravados com os cinco principais suspeitos pelo assassinato, há chance de a todo-poderosa aparecer dando uma banana para o Brasil no último capítulo da novela
Além de tentar descobrir o assassino da bilionária, há quem aposte que ela esteja viva e vá dar aquela icônica banana para o Brasil — protagonizada por Marco Aurélio na primeira versão da novela —, indo embora para bem longe a bordo de seu luxuoso jatinho. Fontes da produção também afirmam que, além das dez versões de final, citados pela autora Manuela Dias ao “Fantástico”, esse desfecho pode ir ao ar, surpreendendo a maioria.
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Indícios não faltam para suspeitar que a vilã ainda esteja “entre nós”. Por exemplo:
- O delegado disse, ainda no quarto do hotel, que precisava agilizar o transporte do corpo porque o secretário de segurança (que Odete já havia contado lhe dever favores) estava em cima, ligando pra ele.
- Enquanto o corpo era colocado no rabecão, na saída do Copacabana Palace, Marco Aurélio e Leila (Carolina Dieckmmann) observavam da janela. Ele comentou: “Que horror morrer assim em público! Deve estar sendo difícil para Odete”. A loira estranhou, frisando que a empresária está morta, não sente nada. E ele desconversou, citando vida após a morte e chamando a amada de cética.
- O caixão ficou fechado todo o tempo (segundo Celina, a pedido da própria Odete), o que leva a crer que outra pessoa pode ter sido enterrada no lugar dela, assim como aconteceu no caso de Leonardo (Guilherme Magon), que ressurgiu 13 anos depois do acidente que o teria vitimado.
- Antes do suposto assassinato, Consuelo (Belize Pombal) recebeu um aumento de 470% no salário, e Odete lhe pediu uma ajudinha com questões pessoais. Em seguida, Freitas (Luís Lobianco) se despediu da chefe de forma exacerbada, oferecendo qualquer tipo de auxílio que ela precisasse. As cenas sugerem que os funcionários podem ter ajudado (em conjunto ou individualmente) a chefe a forjar o próprio fim.
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Até Aguinaldo Silva, um dos coautores da “Vale tudo” de 1988, concorda com a teoria da falsa morte. Em entrevista ao Gshow durante a festa de lançamento de “Três Graças”, na última quarta (8), o novelista revelou:
“Eu percebi que existe uma certa suspeita de que Odete não morreu. Eu também suspeito… Mas é só uma suspeita”.
No “Mais você” desta quinta-feira (9), Alexandre Nero mostrou-se indignado com a possibilidade de Odete não morrer.
“Viva, não! Viva, não! Seria um balde de água fria! Já basta o Comendador”, opinou, lembrando que seu protagonista de “Império” (2014) simulou a própria morte.











