Monitoramentos climáticos indicam possibilidade superior a 90% de intensificação do El Niño, com efeitos que podem se estender até 2027. O fenômeno altera o padrão de chuvas e temperaturas em diferentes regiões.
No Acre e na Amazônia Ocidental, autoridades acompanham o risco de agravamento da seca, redução dos níveis dos rios, queimadas e impactos sobre comunidades rurais, indígenas e ribeirinhas.
As projeções podem ser atualizadas conforme novos dados forem divulgados. Amazônia Agora acompanhará os boletins oficiais e as medidas de prevenção.
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