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Gladson Cameli participa da abertura dos trabalhos na Aleac e destaca conquistas do governo

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) participou, nesta terça-feira (03), da solenidade de abertura dos trabalhos do Poder Legislativo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Durante o evento, ele demonstrou satisfação com o retorno das atividades parlamentares e ressaltou as principais conquistas alcançadas ao longo de sua gestão.

“Primeiro, para mim, é uma grande satisfação participar da abertura dos trabalhos do Poder Legislativo. Foram sete anos de muitas conquistas, foram sete anos de muitas realizações. Iniciamos obras que ainda vamos entregar até no decorrer do meu mandato ainda como governador. Fomos o governo que mais contratou o servidor público da história do Acre. Então, por isso, para mim é uma alegria e muito otimismo para que quando eu renunciar ao governo e a Mailza assumir, ela vai dar continuidade em todos os nossos projetos”, afirmou Cameli.

Ao ser questionado sobre o fato de este ser um de seus últimos compromissos na Aleac como governador, Cameli enfatizou o respeito que mantém pelo Legislativo e reforçou a importância da união entre os poderes para garantir avanços ao estado.

“Primeiramente, a minha presença aqui representa o respeito que eu tenho por ele, o Poder Legislativo. Todos os poderes têm que estar unidos, instituições, para que a gente possa diminuir as diferenças e colocar o Estado de Direito mais próximo. E para mim é uma satisfação entregar essa obra. É um sentimento de realização, realizado. Aquilo que eu consegui fazer, eu fiz. Aquilo que não deu para terminar é porque o tempo não nos permitiu. E eu saio consciente que a minha missão que eu vim, como eu assumi lá em 2019, eu executei”, declarou.

O governador também comentou sobre o cenário político para as eleições de 2026 e disse que o alinhamento do grupo permanece o mesmo, destacando a composição da chapa para o Senado e a possibilidade de ampliar alianças.

“Primeiramente, não mudou em nada. Até que ele prove o contrário. Está nas mãos dele [Marcio Bittar]. Eu faço questão do MDB do nosso lado, está certo. Mas também não nego, queria muito que o PL também viesse para o nosso lado. E aí depende mais do Marcio que de mim”, finalizou.

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