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"Vamos atrair investimentos para gerar emprego e renda", diz pré-candidato a prefeito de Senador Guiomard

Município mais próximo da Capital Rio Branco precisa de mais desenvolvimento, diz João CarvalhoFiliado ao PSL, empresário entra para a política em oposição a políticos [...]

Por Francisco Fabiano em 02/06/2020 às 18:06:50


Município mais próximo da Capital Rio Branco precisa de mais desenvolvimento, diz João Carvalho





Filiado ao PSL, empresário entra para a política em oposição a políticos tradicionais





JORGE NATAL, ESPECIAL PARA AMAZ"NIA AGORA













De acordo com o portal da Prefeitura local, a história do que seria o município de Senador Guiomard, dstante 24 quilômetros da Capital Rio Branco, começa em 1930, com formação da colocação "Quinarizinho", durante a economia extrativista, quando trinta e duas famílias oriundas do nordeste iniciaram o povoamento da região. A estrada até Rio Branco em foi aberta em 1947. Uma década depois, foi elevado à categoria de vila e, com a nomeação do primeiro subprefeito, passou a se chamar Vila Grande Quinari. Embora leve o nome do homem que jogou a vida política para ver o então território do Acre à categoria de Estado, o município é conhecido também por seu nome original.





Os moradores mais antigos asseguram que o nome está associado à árvore denominada quina quina, muito abundante no município, e de cujas raízes se faz chá para curar febres e outras doenças. Há, porém, questionamentos a essa referência, pois, para alguns historiadores, a origem do nome Quinari é indígena, uma vez que, em tempos remotos, a área era habitada pelas essas populações.





Em 1959, registrou-se a chegada de famílias japonesas, que até hoje se fazem presentes no município. Estas desenvolveram a cultura do amendoim. Durante a década de 70, chegam dezenas de famílias provenientes do Sudeste do Brasil, atraídas pelo grande incentivo à pecuária fomentado pelo governo do Estado.





O que a população mais questiona é a alteração do nome para Senador Guiomard, pois não se levou em consideração a opinião dos moradores nem a história do município. A troca teria sido feita para atender a interesses políticos. A população, contudo, não perdeu o hábito de se referir à localidade como Quinari.





A política local não é diferente em relação ao restante do Brasil. A prisão e afastamento por oito meses do atual prefeito, André Maia (MDB), é apenas "a cereja do bolo" da corrupção, dos desmandos, apadrinhamentos e outras prática nada republicanas, dizem seus adversários. "Faz muito tempo que não temos um bom prefeito", comentou um morador, deixando a entender que todos os postulantes ao cargo, nas eleições que se avizinham, são mal-intencionados.













Em meio a essa "pademia" chamada descrédito, surge o nome empresário do João Souza Carvalho, de 40 anos. O PSL o convidou para ser pré-candidato a prefeito, acreditando que a mudança que varreu o Brasil recentemente pode se estender ao município. "Não sou o dono da razão. Porém, vou levar uma mensagem de trabalho, fé e esperança". Para falar sobre isso e outros assuntos, a nossa reportagem conversou com o político. Veja a entrevista:





Como está a sua pré-campanha?





João Carvalho - Crescendo a cada dia. Alguns adversários nos subestimam e isso é natural em se tratando do nível e da concepção dos nossos políticos. Essas adesões são completamente espontâneas, o que demonstra a vontade de mudança nos destinos do nosso município. Essa mudança virá através da direita, do PSL e das pessoas de bem. Estou confiante e muito tranquilo, pois acredito que Deus conhece o meu coração e meus propósitos. Somos uma opção à política tradicional e iremos reconstruir o nosso município.  Estamos conversando com as pessoas e formatando as nossas propostas.





O senhor tem uma boa formação acadêmica e experiência administrativa. Comente sobre isso





Sou graduado em Administração de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pela UNOPAR (Universidade Norte do Paraná). Também sou formado em Teologia pela EETAD de Campinas (SP) e estudante de Direito na Faculdade Amazônia de Rio Branco (Unama). Já fui secretário de Obras e Administração. Além disso, fui presidente do PSD no município e sou pastor há 20 anos.    





O município está passando por dificuldades. Quais são as suas propostas?





João Carvalho - Tivemos um prefeito que foi preso e afastado por oitos meses. Isso trouxe enormes consequências como, por exemplo, a folha de pagamento que está acima do que é permitido em lei. Vamos mostra um projeto novo e que seja exequível, caso sejamos eleitos. Vamos investir no esporte e fazer a secretaria de Obras funcionar para gerar empregos e renda. Também pretendemos trabalhar com cursos profissionalizantes, através da Assistência Social e parcerias com ( Sesc, Senar, Sesi e Sebrae). Também vamos fazer um convênio com a PM (Polícia Militar) para diminuir a violência. Acreditamos que o nosso município pode ser um pólo industrial. Vamos fazer o possível e o impossível para atrair novos investidores. Um exemplo disso é a empresa Gazin, que quer montar uma fábrica aqui, além de outros empreendimentos.





 Para que serve a política?





A política é uma forma de você transformar a realidade das pessoas. Este é intuito dela, todavia, o que se faz hoje é a politicagem. Por isso que dizemos: não desista da política. A maioria dos políticos quer apenas beneficiar o seu bolso. Nada justifica aquele que foi eleito pelo povo ficar contra ele.





O senhor é municipalista. Como analisa o movimento Mais Brasil, Menos Brasília?





Sou a favor e essas mudanças já estão bastante avançadas em Brasília. As obrigações dos municípios vêm a cada ano aumentando, o que não está acontecendo na mesma proporção com a destinação de recursos, quer sejam oriundos da União ou dos Estados. Isso está criando um colapso. Quanto maior a distancia dos recursos, maior também o desperdício e a possibilidade de corrupção. É preciso tirar essa centralização dos recursos de Brasília. Eu sou totalmente favorável ao Mais Brasil e Menos Brasília. 





O empresário João Carvalho diz que entra na política para combater os políticos tradicionais










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