Especialista explica por que estímulo, constância e método importam mais do que o local do treino
Entre promessas de “começar na segunda-feira” e rotinas cada vez mais corridas, muita gente adia o exercício físico. O cenário preocupa. Dados do World Obesity Federation, no Atlas Mundial da Obesidade 2025, mostram que 68% dos adultos brasileiros têm excesso de peso.
Diante disso, surge uma dúvida comum: é possível evoluir fisicamente treinando em casa? Para Flávia Cristófaro, educadora física formada pela Universidade de São Paulo e fundadora do Elah App, o local não é o fator decisivo. Segundo ela, o corpo responde ao estímulo, não ao cenário onde o treino acontece.

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