Vulgo ‘Macaco’ é agredido durante tribunal do crime após ameaçar trabalhadores em terminal

publicidade

Um homem conhecido pelo vulgo “Macaco” foi violentamente agredido por um grupo de indivíduos durante um chamado “tribunal do crime”, em Manaus. O caso veio à tona após a circulação de um vídeo nas redes sociais, nesta semana, que mostra a ação criminosa.

De acordo com as imagens, a agressão teria ocorrido após o homem supostamente ameaçar trabalhadores e frequentadores de um terminal de ônibus da capital amazonense. Durante a gravação, um dos suspeitos afirma que a vítima estaria intimidando comerciantes, “irmãos da banca” e até pais de família que trabalham no local.

No vídeo, os agressores dizem que o homem seria punido como forma de “dar exemplo” a outras pessoas que adotem o mesmo tipo de comportamento. Em tom ameaçador, eles reforçam que a ação seria uma espécie de “correção” pelas supostas atitudes do indivíduo dentro do terminal.

O homem aparece bastante abalado, negando as acusações e pedindo para que as agressões cessem. Em vários momentos, o homem implora por misericórdia, afirmando que não havia feito nada e tentando convencer os agressores a interromperem a violência.

Leia Também:  Câmeras flagram homem matando ex com mais de 20 facadas na porta de casa

As imagens mostram ainda que o homem é forçado a obedecer ordens enquanto continua sendo atacado, em um cenário que evidencia a prática criminosa conhecida como “tribunal do crime”, geralmente associada à atuação de facções.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o local exato onde o caso aconteceu nem a identidade dos envolvidos. Também não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde da vítima.

A Polícia Civil deve investigar o caso para identificar e responsabilizar os autores. As autoridades reforçam que qualquer forma de justiça com as próprias mãos é crime, podendo resultar em punições severas para os envolvidos.

A população pode colaborar com as investigações repassando informações de forma anônima por meio dos canais oficiais de denúncia.

Compartilhe essa Notícia

publicidade