segunda-feira, abril 22, 2024
Mundo

Cientistas descobrem nova espécie de monstro marinho de 7,3 metros

Um grupo de cientistas descobriu uma nova espécie de monstro marinho. Segundo a descoberta, publicada no site do Museu Americano de História Natural, trata-se de um tipo de mosassauro já extinto, com cerca de oito metros de comprimento.

A espécie de mosassauro – um réptil marinho de grandes dimensões do período Cretáceo – foi batizada de ‘Jormungander Walhallaensi’, em homenagem a uma serpente marinha da mitologia nórdica.

De acordo com o The Independent, a descoberta baseia-se num fóssil encontrado em 2015, em Walhalla, no estado norte-americano da Dakota do Norte.

O esqueleto foi encontrado em boas condições, com praticamente todo o crânio, maxilares e coluna vertebral intactos, tendo sido possível identificar a sua espécie oito anos depois. 

Acredita-se que este animal tenha vivido durante o final do período Cretáceo, há cerca de entre 145,5 e 65,5 milhões de anos. Teria medido cerca de 7,3 metros de comprimento, com a adição de barbatanas e uma cauda semelhante à de um tubarão. 

“Se puséssemos barbatanas num dragão-de-komodo e o tornássemos muito grande, era basicamente esse o aspecto que teria”, disse Amelia Zietlow, principal autora do estudo e estudante de doutoramento em biologia comparada na Escola de Pós-Graduação Richard Gilder do Museu Americano de História Natural.

Research alert! Imagine putting flippers on a 24-foot Komodo dragon. That’s how Amelia Zietlow, a Ph.D. student at the Museum’s Richard Gilder Graduate School, describes Jormungandr walhallaensis, a newly identified species of mosasaur. For more, visit: https://t.co/IUtDr10jmF

— American Museum of Natural History (@AMNH) October 30, 2023

Já o coautor do estudo, Clint Boyd, do Serviço Geológico do Dakota do Norte, adiantou que “este fóssil provém de uma época geológica nos Estados Unidos que não compreendemos bem”.

“Quanto mais pudermos preencher a linha de tempo geográfica e temporal, melhor poderemos compreender estas criaturas”, acrescentou,

Leia Também: Superbactérias avançam no mundo e geram preocupação de saúde global

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *