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De Anitta a Marco Pigossi, veja famosos vacinados fora do Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Enquanto a vacinação contra a Covid-19 segue lenta no Brasil, países no exterior conseguem imunizar a população mais rapidamente. Famosos como o apresentador Roberto Justus, 66, a atriz Carolina Dieckmann, 42, e a jogadora Marta, 35, se imunizaram nos Estados Unidos.

No país norte-americano não é necessário muito para se vacinar. O Departamento de Saúde Pública do estado do Colorado disse: “Você não precisa ser cidadão norte-americano nem demonstrar que reside legalmente para obter a vacina contra a covid-19”.

Segundo o El País, no estado do Texas, desde 29 de março, o único requisito é ter mais que 16 anos. Por isso, alguns famosos brasileiros conseguiram a imunização fora do Brasil. Dieckmann, por exemplo, foi vacinada em Miami, na Flórida, assim como Justus.

A jogadora Marta se imunizou em Orlando, também na Flórida, no centro de treinamento de seu time, Orlando Pride. E a lista de imunizados não para por aí: O músico Kiko, 42, do grupo KLB, também foi imunizado em Orlando.

Assim como o jogador de futebol Alexandre Pato, 31, e sua esposa, a apresentadora Rebeca Abravanel, 40, que também receberam o imunizante. A atriz Nivea Stelmann, 47, também se vacinou na cidade. Já o humorista Leandro Hassum, 47, se imunizou na Flórida.

O ator Rafael Almeida, 31, também foi vacinado nos EUA. Assim como Anitta, 27, e seu pai, Mauro Machado. A cantora publicou em suas redes sociais que foi vacinada em Miami. Já a atriz Fernanda Machado, 40, foi vacinada na Califórnia, assim como Edir Macedo, 76.

O ator Marco Pigossi, 32, também recebeu o imunizante na Califórnia. A atriz Fernanda Pontes, esposa do irmão de Boninho, e o automobilista Rubens Barrichello, 48, também foram vacinados na Flórida.

Além de celebridades, anônimos também começaram a praticar o “turismo da vacina”, nos EUA. Do ponto de vista legal, não há irregularidade em ir aos EUA receber a vacina, dizem duas advogadas com atuação em relações internacionais consultadas pela reportagem.

“Os países, no exercício de suas soberanias, definem os critérios para fluxo de pessoas no seu território. Não há nenhuma infração jurídica. A política pública de saúde é prerrogativa do Estado, e cada estado faz a sua”, explica Karla Borges, professora de direito internacional da ESPM.

Uma vez que o viajante tenha um passaporte válido e o visto necessário, sequer existe obstáculo ético, avalia Gisele Mendes, do escritório Andersen Ballão, em Curitiba. “Todos têm livre arbítrio e cada um sabe o que é melhor para sua saúde. Se a pessoa tem essa oportunidade de se vacinar sem furar fila, que vá. Pelo menos é uma pessoa a mais que vai estar vacinada.”

Para os epidemiologistas, no entanto, a lógica precisa ser diferente. “Aqueles que podem sair do país para se vacinar em outros países, o fazem em detrimento da grande maioria que não pode fazer. Então é sim mais um padrão de desigualdade”, afirma Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia e professora da Universidade Federal do Espírito Santo.

Segundo a especialista, além da maior exposição a riscos de contaminação durante a viagem, a pessoa que viaja para ser vacinada no exterior e retorna ao Brasil encontra ainda o mesmo cenário epidemiológico de altas taxas de transmissão, de modo que, em âmbito coletivo, está igualmente sujeita ao contágio -ainda que reduza muito suas chances de desenvolver um quadro grave da doença.

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EUA dizem que vacinados não precisam mais de máscara nem de distanciamento

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A volta à vida normal está mais próxima -nos Estados Unidos. Nesta quinta-feira (13) as autoridades de saúde americanas anunciaram que em quase todas as circunstâncias o uso de máscaras e o respeito ao distanciamento social não são mais necessários para as pessoas que foram completamente vacinadas contra a Covid-19.

Carregada de simbolismo, a decisão abre caminho para a reabertura completa dos EUA, 16 meses depois da confirmação do primeiro caso de coronavírus no país.

Sem máscara e sorridente num pronunciamento na Casa Branca, o presidente Joe Biden chamou a atenção para a importância do esforço coletivo dos americanos e disse que o país está “vendo os resultados” da campanha de imunização que já aplicou 264,7 milhões de doses.

“Vocês fizeram o que eu considero ser a sua tarefa patriótica”, disse ele, repetindo o tom nacionalista que usou no primeiro discurso ao Congresso, em abril. “Os americanos nunca decepcionaram seu país.”

Biden reforçou, no entanto, que ainda é preciso vencer a resistência dos que não foram aos postos de vacinação para ampliar a proteção. “O mais seguro para o país é que todos estejam vacinados.”

Tirando do bolso um papel com o número de americanos mortos pela Covid-19 -583.210 nesta quinta-feira-, o democrata prestou homenagem às vítimas e se dirigiu às famílias em luto. “Vai chegar o dia em que a memória do familiar que você perdeu vai trazer um sorriso ao seu rosto.”

Em entrevista coletiva mais cedo, a médica Rochelle Walensky, diretora do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), havia formalizado o relaxamento das regras, dizendo que quem está completamente vacinado “pode voltar a fazer as coisas que deixou de fazer por causa da pandemia”.

“Todos nós ansiamos por este momento em que possamos voltar a algum senso de normalidade”, completou.

Apesar da liberação, há algumas exceções. O uso de máscaras continua recomendado em transportes públicos fechados (como aviões), aeroportos, estações de metrô, asilos, prisões, hospitais e consultórios médicos, por exemplo. E pessoas que estejam com o sistema imunológico comprometido devem consultar um médico antes de aderir às novas regras.

Além disso, o CDC informou que a população deve continuar seguindo as regras das autoridades locais –se uma pessoa mora em uma cidade em que a máscara é obrigatória, ela deve usar o equipamento, independente da recomendação do governo federal.

Nas últimas semanas, a agência vinha sendo pressionada –por políticos, empresários, médicos e autoridades de saúde– para relaxar as medidas sanitárias para quem já se vacinou. O argumento é que as diretrizes anteriores, que recomendavam o uso da máscara em quase todos os ambientes, acabavam desestimulando a imunização –já que os vacinados continuavam com as mesmas restrições.

Segundo Walensky, novos estudos publicados nos EUA e em Israel na última semana mostraram que de fato o uso do equipamento e das regras de distanciamento não é mais necessário por quem se vacinou.

Além de confirmarem a eficácia dos imunizantes, esses levantamentos mostraram que as vacinas são eficazes contra as novas variantes do coronavírus e que praticamente não há casos de pessoas que foram contaminadas após receberem todas as doses. Os médicos do CDC citaram ainda que o número de casos e de mortes causadas pela Covid-19 tem caído nos EUA, outra evidência de que a imunização está funcionando.

Mesmo com todos esses avanços, as autoridades sanitárias afirmaram que o relaxamento das regras é apenas provisório –se os números voltarem a piorar, o CDC poderá impor novamente o uso das máscaras e as regras de distanciamento.
A expectativa das autoridades é que a medida também estimule a população a tomar as vacinas contra a Covid-19. Atualmente, 154 milhões de americanos (o equivalente a 46% da população do país) tomaram ao menos uma dose, enquanto 117,1 milhões estão completamente imunizados (35%).

O número de pessoas imunizadas por dia, porém, tem caído desde que atingiu o pico de 3,38 milhões em meados de abril. Atualmente, 2,16 milhões de doses estão sendo aplicadas diariamente no país.

Os EUA atualmente utilizam três vacinas diferentes: a da Pfizer e a da Moderna (que necessitam de duas doses) e a da Johnson & Johnson (de dose única). Uma pessoa só é considerada completamente imunizada duas semanas depois de concluir a aplicação.

Em comparação, no Brasil atualmente 15,68% da população recebeu alguma dose da vacina. Embora não exista uma ordem federal recomendando o uso de máscara, diversos estados e municípios brasileiros têm regras próprias que obrigam o uso do equipamento. A maior parte dos médicos também segue recomendando seu uso, mesmo entre quem já recebeu os imunizantes.

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Globo não renova contrato de Juliette, campeã do BBB21

Nesta quarta-feira (12), o apresentador Nelson Rubens afirmou durante o TV Fama que a TV Globo colocaria a ex-BBB Juliette, vencedora da edição 21 do reality show, para comandar o ‘É de Casa’, nas manhãs de sábado da emissora.

Após a repercussão da informação, a emissora decidiu comentar o caso e revelou que a advogada não estará no matinal e ainda destacou que o contrato de Juliette não foi renovado com o canal.

“O contrato de Juliette Freire não foi renovado e não procede a informação de que ela será apresentadora do É de Casa”, disse a emissora.

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Produção nacional do IFA para Oxford/AstraZeneca não deverá começar neste sábado

A previsão do vice-presidente da Fiocruz, Mário Moreira, de que o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para produção da vacina da Oxford/AstraZeneca começaria a ser feito também no Brasil a partir deste sábado, 15, não deverá se confirmar.

Segundo a fundação, a produção do IFA nacional “é um processo produtivo composto por várias etapas e que já teve início”, mas “não há uma ação específica” prevista para este final de semana. A data havia sido prevista por Moreira na sexta-feira, 7, durante evento realizado no Ministério da Saúde, em Brasília. Atualmente, a produção da vacina nos laboratórios da Fiocruz depende da importação do insumo.

“Com a obtenção da certificação das condições técnico-operacionais das instalações (CTO) pela Anvisa, a Fiocruz dá continuidade, esta semana, ao processo de produção de transferência de tecnologia. Todas as informações técnicas necessárias à transferência de tecnologia já foram repassadas pela AstraZeneca à Fiocruz. Neste momento, estão ocorrendo na fábrica algumas atividades relacionadas ao início desse processo produtivo, como simulação de operações, treinamento de pessoal em processo e absorção de metodologias analíticas”, informou a Fiocruz em nota, nesta quinta-feira.

“Trata-se de uma produção complexa que incluirá uma série de etapas, passando pela produção inicial de lotes de pré-validação e de validação, com testes de controle de qualidade segundo procedimentos internacionais, até alcançar a produção em larga escala. Paralelamente, serão produzidas as documentações necessárias para solicitação à Anvisa de alteração no registro da vacina, incluindo novo local de fabricação do IFA, condição necessária para entrega das vacinas com IFA nacional ao PNI. O contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca será assinado em breve”, acrescentou a fundação.

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Globo não renova contrato de Juliette, campeã do BBB21

Nesta quarta-feira (12), o apresentador Nelson Rubens afirmou durante o TV Fama que a TV Globo colocaria a ex-BBB Juliette, vencedora da edição 21 do reality show, para comandar o ‘É de Casa’, nas manhãs de sábado da emissora.

Após a repercussão da informação, a emissora decidiu comentar o caso e revelou que a advogada não estará no matinal e ainda destacou que o contrato de Juliette não foi renovado com o canal.

“O contrato de Juliette Freire não foi renovado e não procede a informação de que ela será apresentadora do É de Casa”, disse a emissora.

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9 em cada 10 criticam novo auxílio e maioria diz faltar dinheiro para sobreviver

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quase nove entre cada dez brasileiros avaliam que o valor do novo auxílio emergencial pago pelo governo federal é insuficiente, segundo pesquisa Datafolha realizada nesta semana, entre os dias 11 e 12 de maio.

Significativamente menor na comparação com o que foi disponibilizado em 2020, a nova rodada do auxílio, prevista para o período entre abril e agosto, é considera insuficiente por 87% dos brasileiros com mais de 16 anos.

O novo auxílio pagará entre R$ 150 e R$ 375 a 45,6 milhões de beneficiários. O gasto total previsto é de R$ 44 bilhões, equivalente a apenas 15% do que foi desembolsado em 2020.

Iniciada somente após o trimestre mais letal da pandemia da Covid-19 no Brasil, entre janeiro e março deste ano, a nova rodada é considerada satisfatória por apenas 10% da população -outros 3% acham o montante mais do que suficiente.

No ano passado, o auxílio emergencial vigorou entre abril e dezembro, somando R$ 293 bilhões destinados a 66 milhões de brasileiros. As parcelas iniciais foram de R$ 600, depois reduzidas a R$ 300.

Entre os que receberam o auxílio em 2020, quase 90% consideram o valor deste ano insuficiente. Segundo o Datafolha, menos da metade (49%) das pessoas que receberam o auxílio no ano passado o fizeram neste ano.

Economistas das áreas de renda e desigualdade consideram que o governo exagerou na dose do auxílio emergencial em 2020 e acabou sem munição neste ano -marcado por nova onda de infecções e mortes e pela falta de vacinas que poderiam permitir o retorno pleno da atividade econômica.

A análise é reforçada por dois indicadores. O primeiro é a captação líquida da poupança, que atingiu R$ 166,3 bilhões em 2020, a maior da série histórica do Banco Central. O segundo é a inflação, sobretudo de alimentos, que disparou no ano passado e seguiu alta neste primeiro trimestre, indicando uma elevação de preços decorrente do maior volume de moeda em circulação.

Com o fim abrupto, no início deste ano, do auxílio emergencial robusto de 2020, o efeito sobre os mais pobres foi imediato. Houve súbito aumento da taxa de pobreza e o encolhimento da chamada classe C.

Segundo dados da FGV Social, o Brasil tem hoje 35 milhões de pessoas na pobreza extrema, ou 16% da população vivendo com menos de R$ 246 ao mês. Em 2019, eles somavam 24 milhões, ou 11% do total.

Desde agosto do ano passado, ápice do pagamento do auxílio emergencial, quase 32 milhões de pessoas deixaram a classe C (renda domiciliar entre R$ 1.926 e R$ 8.303) em direção às D/E ou à miséria.

O Datafolha também aferiu que 55% dos brasileiros consideram insuficiente ou muito pouco o que eles e seus familiares ganham atualmente para sobreviver.

O percentual salta a 71% entre aqueles com renda familiar mensal até dois salários mínimos (R$ 2.200) -e que constituem a maioria (57%) das famílias brasileiras, segundo o perfil da amostra do Datafolha.

Dados da pesquisa também permitem inferir que a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode estar sendo abalada pela substituição de um auxílio emergencial mais robusto em 2020 por valores considerados insuficientes agora pela imensa maioria dos brasileiros.

Em agosto do ano passado, no auge do pagamento do auxílio emergencial, a aprovação ao seu governo atingiu 37%, melhor taxa desde o início do mandato. Na pesquisa desta semana, seu índice de ótimo/bom recuou a 24%, a pior marca.

Além de estar pagando um auxílio menor, Bolsonaro enfrenta uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar sua responsabilidade nas cerca de 430 mil mortes pela Covid-19 no país e uma recuperação econômica medíocre.

Para esses e outros resultados, o Datafolha realizou 2.071 entrevistas presenciais em 146 municípios de todo o Brasil, sendo de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, a margem de erro do levantamento.

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Dorme com a televisão ligada? Este artigo é para você!

A qualidade do sono é muito importante. Disso não temos dúvidas. Mas o que é que os especialistas têm a dizer sobre adormecer com a televisão ligada?

Muitas pessoas afirmam que dormir com a televisão ligada as ajuda a dormir. No entanto, os especialistas geralmente concordam que esta não é uma boa ideia.

Isto porque dormir com a televisão acesa aumenta a sua exposição à luz azul, o que pode aumentar o risco de obesidade, diabetes e outros problemas de saúde. Pode também reduzir o sono e interromper a produção de melatonina pelo corpo.

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Torcida que for à final da Liga dos Campeões terá de deixar Portugal em 24 horas

A Uefa confirmou o estádio do Dragão, na Cidade do Porto, para a decisão da Liga dos Campeões da Europa com a presença de 12 mil torcedores. Serão seis mil fãs de cada um dos finalistas, Manchester City e Chelsea. Mas ninguém poderá “fazer turismo” em Portugal e serão obrigados a retornarem à Inglaterra no mesmo dia, de acordo com a ministra de Gabinete, Mariana Vieira da Silva.

Com as restrições impostas em todo o planeta por causa da pandemia da covid-19, os torcedores ingleses terão de respeitar regras e viver em uma bolha em Portugal. Eles terão duas “fan zones” à disposição, além do palco da decisão do próximo dia 29.

“As pessoas que vierem à final da Liga dos Campeões terão de regressar no mesmo dia”, informou Mariana Vieira da Silva. “Com testes obrigatórios feitos ainda antes de entrarem no avião e estarão sempre em situação de bolha”, seguiu a ministra do Gabinete de Portugal.

Os torcedores serão conduzidos para as “fan zones” antes de serem direcionados para o estádio do Dragão. Ainda ficarão distribuídos nas arquibancadas com distanciamento social e terão de estar usando máscara de proteção.

Também não poderão comemorar a conquista do título de seu clube nas ruas do país, como habitualmente acontece. Assim que o jogo terminar e a premiação ocorrer, já terão a obrigação de deixar o local e regressar para o aeroporto.

“É do estádio para o aeroporto, ficando em Portugal menos de 24 horas. Quem vier de avião (para estar na Cidade do Porto durante o jogo, mas que não no estádio) terá de cumprir as regras estabelecidas e medidas de segurança em vigor”, concluiu a ministra.

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Enem 2021 só deverá ser realizado em janeiro do ano que vem

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deverá ser aplicado só em janeiro do ano que vem. A informação foi repassada pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Danilo Dupas, ao Conselho Nacional da Educação (CNE).

Segundo a presidente do CNE, Maria Helena Guimarães de Castro, Danilo Dupas disse haver problemas no orçamento para a realização da prova. Uma portaria sobre o Enem deverá ser publicada nesta sexta-feira, 13.

Além disso, uma versão apenas com uma amostra de estudantes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) será feita em novembro. O Inep não havia confirmado ainda se realizaria o exame este ano, o que levou a críticas de educadores. A prova é importante para manter a série histórica de avaliações no País e para diagnosticar os déficits por causa do tempo de escolas fechadas na pandemia. É a partir do Saeb que é feito o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Uma portaria nesta quarta-feira, 11, com as metas do Inep não incluía a aplicação do Enem, o que levantou dúvidas sobre a realização do exame este ano.

O Inep, órgão ligado ao MEC, é o responsável pela aplicação da prova. Dupas assumiu a presidência do Inep este ano, logo após a realização da edição de 2020 do teste.

A prova relativa a 2020 foi adiada em função da pandemia e realizada só em janeiro de 2021, com abstenção recorde de alunos.

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Torcida que for à final da Liga dos Campeões terá de deixar Portugal em 24 horas

A Uefa confirmou o estádio do Dragão, na Cidade do Porto, para a decisão da Liga dos Campeões da Europa com a presença de 12 mil torcedores. Serão seis mil fãs de cada um dos finalistas, Manchester City e Chelsea. Mas ninguém poderá “fazer turismo” em Portugal e serão obrigados a retornarem à Inglaterra no mesmo dia, de acordo com a ministra de Gabinete, Mariana Vieira da Silva.

Com as restrições impostas em todo o planeta por causa da pandemia da covid-19, os torcedores ingleses terão de respeitar regras e viver em uma bolha em Portugal. Eles terão duas “fan zones” à disposição, além do palco da decisão do próximo dia 29.

“As pessoas que vierem à final da Liga dos Campeões terão de regressar no mesmo dia”, informou Mariana Vieira da Silva. “Com testes obrigatórios feitos ainda antes de entrarem no avião e estarão sempre em situação de bolha”, seguiu a ministra do Gabinete de Portugal.

Os torcedores serão conduzidos para as “fan zones” antes de serem direcionados para o estádio do Dragão. Ainda ficarão distribuídos nas arquibancadas com distanciamento social e terão de estar usando máscara de proteção.

Também não poderão comemorar a conquista do título de seu clube nas ruas do país, como habitualmente acontece. Assim que o jogo terminar e a premiação ocorrer, já terão a obrigação de deixar o local e regressar para o aeroporto.

“É do estádio para o aeroporto, ficando em Portugal menos de 24 horas. Quem vier de avião (para estar na Cidade do Porto durante o jogo, mas que não no estádio) terá de cumprir as regras estabelecidas e medidas de segurança em vigor”, concluiu a ministra.